29 de Jul de 2009

Politiquices

A Democracia é o pior de todos os sistemas
Com excepçäo de todos os outros

Há muitos países que julgam
Que têm democracia, inclusivé
às vezes, o nosso
Mas encha-se de justiça o fosso
E erga-se a liberdade ao meio
Que só de intençöes
Está o inferno cheio

Näo há justiça sem liberdade
E o vice-versa é também verdade
E essa é a luta, no fundo
Pelos direitos humanos no mundo

(Sérgio Godinho, A Democracia)


Teorias e inspiração… são coisas que não me faltam. O próximo desafio será mesmo metê-las em prática.
(A minha vida não me chega - e não!)

Cheira-me que em breve, vão ouvir falar de mim. Provavelmente, mal.
(mas eu andava a pedi-las, não andava?!)

28 de Jul de 2009

Eu gosto é do Verão…!


Por acaso, nem gosto. Assim muito. Gosto só mais ou menos, vá.
O problema é que eu tenho vários problemas com o Verão. Mais do que tenho com o Inverno.

Problema nº1: incho com o calor. Palavra de honra que incho mesmo. Fico insuflável – a sério. Além disso, o meu cérebro fica igualmente afectado por temperaturas acima dos 30º. E, como diria o Poirot, ‘puxar pelas celulazinhas cinzentas’ no Verão, chega a causar sofrimento.

Problema nº2: não uso a chamada ‘roupa fresca’. Saias, vestidos e/ou shorts. E muito menos ando com os dedões dos pés ao léu, enfiados na sandaloca de tiras ou na havaiana. Isso é que não!! Quanto muito, a sabrina. E quanto muito, o top sem alças. Calça da ganga – sempre. Mas efectivamente há dias em que dá vontade de arrancar a pele. E a crença (não é mania ou preconceito: é um facto comprovado) de que tenho pernas feias, pés horrorosos e a tranca larga, não abona nada a meu favor nestas alturas.

Problema nº3: não gosto de praia. Aborrece-me estar horas a olhar para o mar (é só água a fazer catchum, valha-me Deus! E normalmente é gelada.) e a rebolar na areia. Ok, se me perguntarem – vais à praia? Vou. Mas não gostas? Não. Mas vais? Sim. Mas passavas bem sem lá ir? Absolutamente. Vou só apanhar os raios ultra violeta e o iodo essenciais para não andar transparente o resto do ano, ‘apagar’ aquelas marcas de borbulhas nas costas e pôr a leitura (toda a leitura acumulada ao longo de meses) em dia.

Problema nº4: a depilação. Constante. (Sim, porque o sol ‘ajuda’o pêlo a crescer… ppffffff!) O sofrimento que aquilo causa e o balúrdio que a esteticista nos leva. Já para não falar o quão difícil é arranjar meia horinha “só para tirar a maior… vá lá, Clarinha, arranja-me aí um espacinho no meio das tuas 4587 clientes!” E mais não vale a pena dizer.

Problema nº5: as amigas giras e magras. Adoro-as de paixão, mas é impossível sair (muito menos para a praia) com moças dignas de ‘capa de revista’, muito bronzeadas e esbeltas e consequentemente, descascadas. Por muito arranjadas e bonitas e bem sucedidas numa dieta que saíamos de casa, há sempre uma amiga que aparece 3 vezes melhor que nós!!! E nós passamos a ser a ‘miúda simpática, engraçada e divertida’ do grupo. Porque as outras são claramente ‘podres de boas’!!! (e é que são mesmo! Baaaaahhhhh!!!)

… e por falar em dieta bem sucedida….

Problema nº6: a linha. A gordura acumulada. O pneuzito. O Bibedum da Michelin. A celulite. A flacidez. As saladas e as sopas (e a fome que se passa). Os litros de água (e as idas constantes à casa-de-banho). As corridas ao ginásio. Os passeios… perdão, as romarias pelo bairro, de famílias inteiras, no final de jantar (e uma pessoa demasiado cansada para se arrastar do sofá para cama – quanto mais fazer kms para ‘resmoer’ o peixinho cozido da ceia). Os tamanhos M das t-shirts que devem ter as etiquetas trocadas (são na verdade um XS) bem como as calças 38 ou 40 (que na verdade equivalem a um 32. Vai lá perder peso para caberes na roupa, anda…) Os anúncios constantes dos comprimidos, cremes, iogurtes e águas que fazem milagres, plásticas e uma ou outra lipoaspiração. And so on, so on, so on….!


Mas o maior de todos os problemas, aquele me está a lixar com F grande…é que Verão à séria, este ano - viste-o!! Ainda não tive uma oportunidadezinha de me sentir mal com todos os meus ‘problemas’. E das poucas vezes que pisei a praia, sai de lá a correr debaixo de uma chuvada.

O que me está a inquietar verdadeiramente, é que não tarda a entrar de férias e eu quero (mas quero mesmo) apanhar um escaldão, rapar as pernas e encher o frigorífico de alfaces, nas próximas semanas.

8 de Jul de 2009

Miss me?


Dizia eu, logo no meu primeiro post, que a criação deste blog iria servir para colmatar essa grande falha na minha vida que era… não ter vida. Basicamente. Ou melhor, não ter a chamada ‘sarna para me coçar.’ Nem coisa nenhuma que desse vontade de rir. Ou chorar. Ou provocar qualquer emoção. (a não ser, lá está, as tais idas quase diárias ao Multibanco que ainda hoje – engraçado como há coisas que nunca mudam!- me provocam convulsões e espasmos cada vez que vejo o saldo.)
Concluí então que a vida dos outros era bem mais interessante e já que a minha não me chegava e não, mais valia enfiar o nariz em vidas alheias.

Isto foi no final do ano passado. E eu estava longe de imaginar que não só o Michael Jackson ia desta para melhor, que era possível valer 92 milhões sem saber ler nem escrever – apenas chutar uma bola, como principalmente a minha existência ia sofrer uma reviravolta daquelas, digna de fazer chorar as pedras da calçada. Ou para quem prefere algo mais prático - digna de apanhar um pifo até à inconsciência e esperar, ao acordar, que toda a miséria fosse afinal uma parte da ‘maldita ressaca’.
Mas como dizia alguém, num filme qualquer: o raio da sorte anda a gozar comigo.

Da última vez que aqui passei, sangrava por todas as cavidades e estava surda que nem uma porta. Felizmente, estou sã e salva e com uma saúde de ferro (acho eu! É melhor não gabar para não agoirar). Curei-me de praticamente todas as mazelas e até voltei a ouvir bem. Ou quase bem.

Porque se tivesse uma audição apuradíssima, provavelmente teria ouvido os tipos que me assaltaram e destruíram o carro, o meu rico carro que tanto me custa a pagar, mesmo por baixo da janela do meu quarto (apesar de morar num 4ºandar, tenho paredes de papel. Ia jurar que ouvi no outro dia, o vizinho do rés-do-chão a abrir minis e a descascar amendoins). E como se o rádio (com o CD dos bons e original do Jack Johnson, lá dentro), não bastasse…vai de levar também a centralina e a bomba de combustível e ainda de partir uns vidros, cortar uns tubos e remexer no painel eléctrico. Para a doideira, vá. Só para chatear. Sim, porque segundo me consta, é preciso ter talento e habilidade para saber roubar sem estragar! Principalmente, peças de automóveis. Serve-me de consolo saber que não irão muito longe com uma bomba de combustível mal roubada. Ah ah!

Resumindo e concluindo, esta foi apenas a última que me aconteceu. (e que me rendeu uma bela de uma factura!) A penúltima e a anterior, nem vale a pena referir. Certo é que o ano vai a meio e eu não vejo a hora dele acabar, para o enterrar e esquecer.

Os outros dizem-me que depois de uma fase má, vem uma muito boa. E que tudo me irá correr pelo melhor. Mas a acreditar neste princípio e a julgar pelo que já me aconteceu, eu já merecia um cheque mensal igual ao do Cristiano Ronaldo. Pelo menos, durante 7 meses. No mínimo. (como que o dinheiro não traz felicidade?!?!)

Mas enquanto a ‘sorte grande e a terminação’ não me batem à porta, o melhor mesmo é escrever para expurgar. Partilhar para poder rir. Recomeçar para seguir em frente.

Os meus sinceros agradecimentos a todos aqueles que nesta imensa viagem de montanha-russa foram os meus fiéis e leais companheiros de aventura: os meus amigos. Os de sempre, os recentes e os que se tornaram. Os que, à sua maneira, longe ou perto, estiveram, estão e estarão para me acudir nas aflições. Passar a mão na cabeça ou puxar-me as orelhas. Os que tiveram paciência para me ouvir e aturar e até os que me perdoaram por os ter ‘esquecido’. Os que recuperei por força das circunstâncias e os que se mantém na ‘sombra’, alguns sem saber de nada, mas que são imprescindíveis e inesquecíveis.

À minha irmã, a quem nunca terei palavras suficientes para lhe dizer o quanto a admiro e amo e que a sua presença diária tem sido um bálsamo e uma cura.

À minha família, que também à sua maneira muito própria, me tem segurado e mantido ‘sóbria’ e acordada.

Após ter passado uma das fases mais complicadas da minha vida (ai ter 28 anos é isto?! Bah!), resta-me agradecer aos que me traíram, desiludiram, abandonaram e magoaram. Porque foi graças a elas- às piores pessoas do mundo – que (re)aprendi a reconhecer as melhores.

E é por elas que estou de volta.

14 de Mar de 2009

O fim


Um mês. Exactamente um mês depois, no dia do aniversário do astrónomo italiano Giovanni Virginio Schiaparelli (as cenas que se descobrem no Google, oh pá!) e o balanço é… no mínimo, vá… miserável. O prognóstico é desconhecido. O diagnóstico, incerto.

É dia 14 de Março e eu podia estar animadíssima e a gozar este dia absolutamente fantástico. Podia estar a derreter ao sol. Podia ter ido fazer uma daquelas caminhadas à beira-rio ligada ao mp3 ou ir tomar o pequeno almoço à baixa com um livro/jornal debaixo do braço armada em intelectual. Podia eventualmente, ter-me feito à estrada e ir visitar os meus sobrinhos.

Em vez disso, estou em casa porque estou surda. Entupida, mais uma vez, em antibióticos. Proibida pelo médico de apanhar sol ou correntes de ar. A sangrar por todas as cavidades do meu corpo, excepto pelos olhos.

À pergunta 'o que raio me falta acontecer mais?', a resposta é 'uma otite.' Mas não é uma otite qualquer – não. Nada disso. É uma otite que me levou, outra vez, de urgência ao hospital (já começo a ser conhecida no meio) e que me fez sangrar dos ouvidos. E posteriormente do nariz e da boca. As dores começaram terça-feira de manhã. À hora do almoço encharquei-me em analgésicos. A meio da tarde, toca de embrulhar mais uns comprimidos e de pôr umas gotas. Ao início da noite, foi quando dei em chorar desesperadamente com dores e em pânico por ver que havia sangue a escorrer-me pela cara, vindo dos meus ouvidos. Cena à filme, portanto.

Feliz ou infelizmente, quem entra no hospital ensanguentado e aos gritos é logo atendido. A otorrino explicou-me que devido à constipaçãozeca que tinha apanhado, o ranho acumulou-se nos ouvidos (que imagem bonita, hein?!). Provocou-me uma otite. Otite essa que me perfurou o tímpano esquerdo. [enquanto isto, o meu Sporting estava a levar 7 na pá… Uh-uh!!!] De maneiras que estou realmente surda. Pelo menos (e espero que sim), temporariamente. E a tomar uma nova dose de químicos. Claro.

Além disso, estou falida à conta das despesas de farmácia. Estou cansada de tanto hospital e médico. Estou sem defesas e com o meu sistema imunitário à beira do colapso. Estou exausta por passar noites em branco, sem dormir e tantas vezes com dores e nunca ter deixado de trabalhar. Estou em dívida para com os meus amigos e familiares que têm apanhado secas descomunais em urgências hospitalares, se têm preocupado e me têm acompanhado a toda a hora e instante.

Estou fartinha de tanto azar em tão pouco tempo.

Acho que estou realmente doente. E estou a preparar-me psicologicamente para enfrentar uma série de exames e análises para acabar de vez com este ‘circo mariano’.

Mas acima de tudo, estou viva. E se a minha vida não me chegava, agora sobra-me. Tenho material para dar e vender.

Ah! E finalmente, parou de chover.

O outro meio...

Estou convencida que se a TVI soubesse da minha história, seria convidada na hora para ir ao programa do Goucha ou passar a tarde com a sô dona Júlia Pinheiro (de máscara na cara, para conferir ainda mais dramatismo à coisa). Ou quem sabe, para vender os direitos para uma novela que teria depois o nome adaptado de um êxito musical qualquer de um qualquer artista – desde que fosse sobre desgraça e miséria. (assim de momento, só me lembro de Vida Malvada dos Xutos, mas o Moniz é que sabe. Ele é que é o patrão.)

Anyway… uma semana e uns dias (e mais uns quilos de comprimidos) depois, nem o dente nem o estômago se voltaram a queixar. Menos mal.

Voltei à ginecologista para saber porque raio continuava com uma ‘impressãozita’ e principalmente porque continuava a sangrar. Diz que é tudo normal. A ferida era grande e feia e cada organismo tem o seu ritmo de recuperação e etc e tal… mas que tudo estava a correr bem. Excepto… um ‘artefacto’ que tinha no útero. Uma espécie de caroço que não se percebia o que era nem de onde vinha. Em princípio, era um simples coágulo de sangue que não tinha sido absorvido ou expelido ou whatever. “Mas olhe, vai começar já a tomar a pílula que isso desaparece tudo. Vai é desregular o seu ciclo menstrual e vai continuar a sangrar… mas olhe, paciência. Tem de ser.”

E lá vim eu para casa, com o meu ‘novo artefacto’. E as minhas impressõezitas. E as minhas hemorragias. Mas finalmente comecei a melhorar…Tanto que até fiz aí umas noitadas e bebi uns copos (pois dar de beber à dor, é o melhor - já dizia a Mariquinhas!). Nada de exagerado mas o suficiente para me constipar. Um bocadinho. Ligeiramente. O típico pingo ao nariz devido à mudança da temperatura.
Mas, apesar de não ganhar para pensos higiénicos e cuecas novas, dores – nem vê-las. E o dente, impecável. E o estômago, porreiríssimo.

No entanto, a sabedoria popular é algo extraordinário. E eu devia ter levado a sério, pelo menos, um provérbio: “uma desgraça nunca vem só”.

O meio...

Diz que rir é o melhor remédio. E nesse sentido, comecei a rir muito muito muito na esperança de ficar curada. (O que eu me ri, sobretudo com nervos, nas longas horas de espera no médico.)
Mas não deu grande resultado. Aliás, comecei foi a não achar graça nenhuma à minha vida. Às minhas dores. Aos meus sangramentos. E às minhas mazelas.

4 dias (e apenas 4 dias) após ter sido queimada nas ‘partes baixas’, dei comigo nas urgências do hospital. Mais uma vez. Mas desta vez agarrada aos dentes e ao ouvido. Inicialmente, ainda julguei que fossem umas aftas e tal (“com tanto comprimido, Laura Soraia, esse fígado deve estar todo desgraçado. É natural que tenhas aí umas aftazitas. Vá… isso passa!”), mas novamente bati ao lado no diagnóstico. Tinha na verdade um dente incluso infectado que me doía cumó raio, que me fazia lacrimejar cada vez que engolia saliva e que me estava a pressionar o ouvido.

Resultado: vai de levar soro e de levar antibiótico na veia. Entre as 7h da tarde daquela quarta-feira e as 3h da manhã de quinta-feira, eu vi a luz. E não foi a do candeeiro!
Isto porque tenho uma certa alergia à penicilina. E apesar de ter avisado, prévia e repetidamente o médico que me atendeu (que vou a saber depois, era urologista….), o ‘sôtor’ lá me deu qualquer coisa que tinha um composto-derivado-aparentado-parecido à penicilina ou qualquer outro medicamento que - querem lá ver?! - sou também alérgica. E eu acabei a estrebuchar no meio do chão das urgências com uma espécie de choque anafilático, falta de ar e o estômago a arder. Mas a arder mesmo. Posso garantir (e sem me enganar) que a sensação é a mesma que engolir uma caixa de fósforos acesa ou um punhado de brasas.

Resumindo e concluindo, entrei no hospital ainda com dores no útero (e a sangrar), no dente e no ouvido e saí de lá com um extra. Mais um protector gástrico e uma palmadinha nas costas do doutor ilustrada com um “vamos lá ver se não fica com consequências graves no estômago.”
Se não fosse tão tarde, se não tivesse um amigo na sala de espera há horas e se toda eu não fosse uma dor imensa e intensa, teria mandado o médico e as incompetentes das enfermeiras (uma em especial, que ainda me cá está atravessada…) para a p*** que os pariu e processado aquela gente toda. E ainda ganhava dinheiro com isso.

Mas não. Naquela noite, naquela semana só queria descanso e sossego. E acordar de manhã, bem disposta e saudável.

O grande problema é que essa tal manhã tarda em aparecer. Deve ser a mesma manhã de nevoeiro em que D. Sebastião vai chegar num cavalo branco. No meu caso, de ambulância.

Voltei! (O princípio…)


Quando a ginecologista me disse “isto é capaz de lhe custar um bocado! O melhor é munir-se de analgésicos!”, estava longe de imaginar que aquele seria o princípio do fim da minha ‘carreira’. Literalmente. Pensei antes “Laura Vanessa, uma mulher nunca se agacha! Mulher foi feita para sofrer. Mulher aguenta dores menstruais, dar à luz e no limiar do desespero, um desgosto amoroso. Não é uma coisita no útero que te vai derrubar. ‘Bora lá queimar isto, tomar um Benuron ou outro e amanhã estás fina!”

A médica tinha razão. Aquilo custou-me e não foi só um bocado. Aquilo custou-me ao ponto de ficar lavada em sangue, suor, lágrimas e vomitado. Ao ponto de pedir a uma amiga que, por caridade, me fosse à farmácia e de 15 minutos depois, ligar-lhe a implorar-lhe que afinal trouxesse toda a droga possível que conseguisse extorquir do farmacêutico. Cheguei finalmente ao ponto de lhe pedir que me arrancasse o útero e o deitasse fora.
Faz precisamente hoje, um mês. Foi o pior Dia dos Namorados que a minha amiga teve (que eu cá nunca dei – muito menos agora, para o peditório de São Valentim). Foi provavelmente o dia mais sofrido da minha existência. Juro que não fazia ideia que era humanamente possível ter dores assim. Tão angustiantes e… dolorosas.

Quando finalmente me senti melhor e pensei “pronto, o pior já passou! Posso voltar ao meu blog e desatar a falar mal de tudo e todos!”, voltei a enganar-me. (acho que nunca me enganei tanto nos últimos anos como no último mês) O pior ainda não tinha chegado.
Mas chegou.
E o que me aborrece, é que ainda não se foi embora.